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Obras em pedágios do Paraná devem terminar até o fim de fevereiro

Cobrança da tarifa só pode começar quando tudo estiver pronto. Serviço é realizado nos trechos dos lotes 1 e 2 concedidos à iniciativa privada nos leilões de 2023.

As novas concessionárias de pedágio do Paraná devem assumir as rodovias dos dois primeiros lotes até o mês que vem. Para isso, as empresas trabalham em ritmo acelerado para concluir as obras necessárias.

Desde novembro de 2021 cancelas de praças de cobrança em 14 rodovias do estado estão liberadas diante do fim dos antigos contratos de concessão. Dos seis lotes do novo pedágio do Paraná, por enquanto, apenas dois foram leiloados.

Na praça de pedágio da BR 277, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), a estrutura principal foi mantida, até por força de contrato, mas as cabines de cobrança foram todas demolidas e serão trocadas por modelos mais novos.

Também estão previstas a instalação do sistema de comunicação, a reforma das bases operacionais, das salas de serviço de atendimento ao usuário e dos prédios administrativos – danificados por vândalos.

As cabines de cobrança também estão sendo trocadas – as antigas não puderam ser aproveitadas por causa dos furtos e depredações.

Operários também recuperam as pistas de acesso e as muretas de concreto que separam as pistas e as guaritas. As obras devem durar dois meses e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) exigiu um plano de ação detalhado para garantir a segurança dos motoristas e operários até a conclusão.

O trecho da BR- 277 entre Curitiba e o litoral faz parte do lote 2, arrematado pelo grupo EPR, que ganhou a concessão depois de oferecer um desconto de 0,08% no valor das tarifas do leilão.

A praça de São Luiz do Purunã integra o lote 1, que vai ser administrado pelo grupo Pátria. Segundo a nova concessionária, as obras devem ser concluídas até o fim do mês. O consórcio arrematou o lote oferecendo um desconto de 18,25% por cento nas tarifas.

Um motorista de caminhão chegou a morrer ao bater em uma mureta da praça desativada. De acordo com testemunhas, o local estava totalmente escuro no momento do acidente.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a cobrança do pedágio só pode começar depois que as praças e os serviços de atendimento ao usuário estiverem prontos, assim como a recuperação dos trechos mais críticos nas pistas.

Até lá, o DNIT fica responsável pelos serviços.

Abrangência do Lote 1 e 2

O lote 1 atravessa diretamente 18 cidades e tem, ao todo, cinco praças de cobrança:

  • Imbituva,
  • Irati,
  • Porto Amazonas,
  • São Luiz do Purunã,
  • Lapa.

O trecho que deve passar a ser controlado pelo consórcio Brasil Holging tem uma extensão de 473 km de rodovias. Eles contemplam trechos da BR-277, BR-373, BR-376 e BR-476 e trechos da PR-418, PR-423 e PR-427.

O lote 2 compreende 605 km de rodovias, com trechos da BR-153, BR-277, BR-369 e das rodovias estaduais PR-092, PR-151, PR-239, PR-407, PR-408, PR-411, PR-508, PR-804 e PR-855, abrangendo as regiões de Curitiba, Litoral, Campos Gerais e Norte Pioneiro.

No lote 2, de acordo com o Governo do Paraná, serão sete praças de pedágio nos seguintes trechos:

  • São José dos Pinhais (BR-277)
  • Carambeí (PR-151)
  • Jaguariaíva (PR-151)
  • Sengés (PR-151)
  • Quatiguá (PR-092)
  • Duas em Jacarezinho (BR-153 e BR-369).

Fonte: G1

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